terça-feira, 13 de julho de 2010

Momento Rosa


Manifesto Rosa

Pelo direito de ver a vida em cor-de-rosa...
Acordar todo dia de manhã com um sorriso;
Pelo direito de ser eternamente otimista...
Procurar sempre o lado positivo das coisas;
Pelo direito de ser feliz...
Com as pessoas que amamos!
Pelo direito de ser livre...
Com as nossas vontades;
Pelo direito de brincar...
Se sentir sempre jovem!
Pelo direito de cantar...
Mesmo que seja no chuveiro;
Pelo direito de gritar...
Se libertar!
Pelo direito de se divertir...
Com as coisas simples da vida!
Pelo direito de sair...
Mesmo que seja numa terça-feira;
Pelo direito de amar a vida...
Aproveitar cada momento!
Pelo direito de ser alegre...
Abusar do sorriso e das risadas;
Pelo direito de se sentir bem...
Com nós mesmas!
Pelo direito ter uma cor...
Que nos identifica;
Pelo direito dessa cor ser ROSA!!!

CHOCOLATE


A gente ama chocolate incondicionalmente. Ama do verbo “não posso viver sem”. É vício, sim, comprovado. Até passar na pele a gente passa. E só há uma coisa mais preocupante do que isso: eles também nos amam. Os amargos, frutados, brancos, ao leite, chocolates de todas as texturas e nuances aromáticas nos perseguem. Não, não entenda mal. A gente reclama, mas gosta.
Sabe relação complicada? É difícil se separar quando a atração é irresistível. E ah, como a gente fica radiante diante de um chocolate. O brilho no olhar, o prazer em segurá-lo nas mãos, o inevitável momento de abrir a embalagem e senti-lo ali, entregue. E mordiscar com carinho e abocanhar com volúpia. E o fazer escondido, então? Não tem igual.
Dizem por aí que é genético. Mulher nasce chocólatra, passa de mãe pra filha. Desde pequenina, os sintomas são evidentes. É algo acoplado ao segundo cromossomo ‘X’ ainda não totalmente explicado pela ciência. Potencializado, claro, na TPM. Em momentos de ansiedade ou euforia. Em dias de sol e em noites de chuva. E quando a terra gira, principalmente. O que a gente pode fazer senão acatar resignada o fato de ter nascido, assim, ultrafeminina?